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Publicado em 12/08/2019 às 19:10:00
Projeto de fusão do IAPAR com instituições da área chega à Assembleia Legislativa
Chefe da Casa Civil afirma que só criação da nova autarquia vai permitir economia de R$ 16 milhões por ano. Guto Silva destacou processo de discussão com entidades e lideranças da região e garantiu que Londrina não vai ser prejudicada.
Projeto de fusão do IAPAR com instituições da área chega à Assembleia Legislativa

O Chefe da Casa Civil, Guto Silva, entregou na tarde desta segunda-feira, ao presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, os projetos de lei da segunda etapa da reforma administrativa do governo Ratinho Junior. Nessa segunda parte, o foco é a fusão e reestruturação das autarquias.

Um dos projetos prevê a fusão de três entidades vinculadas à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Instituto Agronômico do Paraná, o Iapar, o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia e o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, Emater.

Pela proposta, cuja elaboração foi acompanhada de perto por lideranças políticas e empresariais da região, o novo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná vai receber as receitas, saldos financeiros, funcionários, imóveis e o patrimônio, além das obrigações das entidades originais. Já a Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná, Codapar, vai passar por um processo de liquidação e será extinta.

De acordo com o Chefe da Casa Civil, Guto Silva, o conjunto das reformas previstas pelo governo para 2019 vão representar uma economia de R$ 80 milhões anuais. Só a nova autarquia vai permitir uma economia de R$ 16 milhões por ano. O Chefe da Casa Civil destacou o processo de discussão da proposta com as entidades e lideranças da região e garantiu que Londrina não vai ser prejudicada com a mudança.

O líder do Governo na Casa, deputado Hussein Bakri, do PSD, que entregou as propostas ao lado do Chefe de Casa Civil, ressaltou a importância dos projetos. Para o deputado, além da economia de recursos, eles vão garantir mais agilidade ao funcionamento da máquina pública. 

As outras duas propostas protocoladas na Alep, nesta segunda-feira, estabelecem mudanças na Paraná Projetos e também no Simepar, que vai passar a se chamar Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

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